molduras

Os trabalhos de George Heidweiller, também podem ser vendidos com moldura contemporanea em madeira e alumínio, que traz leveza e sustentabilidade a art work, caso haja interesse entrar em contato. Exemplos de molduras. a cor da moldura pode ser ajustada conforme o quadro.

peças vendidas

 

George Heidweiller

George Heidweiller

Artista holandês nascido em Beverwijk(Holanda) cidade próxima a um complexo de indústrias que queimam e lançam fumaças das torres, diariamente, George Heidweiller teve uma sólida formação artística (pintura e arte gráfica) na Real Academia de Hague, Holanda. Após anos de estudo, George viveu um período de liberdade de expressão trabalhando com o famoso rock and roll-junkie holandês Herman Brood, o que lhe serviu de base para começar a desenvolver seu próprio estilo, mesclado com suas numerosas e distantes viagens, aventuras (Austrália, Tailândia, Índia, Ásia, México, Estados Unidos) que inspiraram seu constante olhar inquieto pelo mundo através de uma lente que abre a cada centésimo de segundo, sem perder nada, e que compõe suas paisagens urbanas como colagens. Na Austrália produziu um road movie, chamado Simpson Desert, com Harry Riedl, captando as cores vibrantes desse país.

De volta a Amsterdã, George Heidweiller começou a usar serigrafia e colagens nos seus quadros e realizou alguns trabalhos em conjunto com seu mentor Herman Brood. Parte do constante desenvolvimento do mundo da arte de George Heidweiller, o impulsionou a ter um espaço dance club e Sociedade de Arte chamada “Loos”, que serviu como uma plataforma de dança e artes performáticas.

Mudando-se para Madrid, Espanha, George Heidweiller trabalhou para Mundo Magazine e Art4use, desenhando uma coleção de roupas, enquanto seus quadros estavam expostos em galerias de Madri e Ibiza. Depois de fazer trabalhos para Tommy Hillfinger, em Paris, Londres e Nova York, George Heidweiller retornou para Amsterdã.

No Burning Man Festival de Santa Fé, Novo México, (EUA) George Heidweiller decidiu que lá seria o lugar onde ficaria: Novo México, The Wild West, a terra de pradarias e asfalto, onde o filme Easy Rider foi feito e onde o Sonho Americano ainda é a realidade cotidiana. Foi neste mesmo local que o artista deu forma a seus City-Shapes e Urban Landscapes. George Heidweiller se afastou da pintura tradicional, assim como, um virtuoso músico do pop e do jazz que faz experimentos conjuntos de suas composições, e as variada misturas e combinações que se vem na moda, George Heidweiller usa o máximo de multimídia em sua linguagem artística. Essas composições são montagens complexas, parte impressas, parte pintadas, parte desenhadas, e muitas vezes não se pode dizer onde a fotografia começa, a pintura termina, onde o impresso é perceptível e onde o artista emprega a simultaneidade de todas essas combinações para provocar um sutil impulso em várias direções que constantemente mudam. Inquieto como é e constantemente inspirado por suas viagens, ele agora quer sentir o Brasil e trazer a sua arte que tem tudo a ver com a miscigenação das cores brasileiras.

George Heidweiller Urban Landscapes, Global Townships

Na exótica proliferação que deu impulsos estimulantes à arte do fim do século 20 e início do 21, as serigrafias, colagens e quadros de mistura multimídia de George Heidweiller formam uma imagem real do mundo contemporâneo. George Heidweiller é uma criança, mais que tudo um garoto prodígio, de seu tempo, da vida nas ruas, e ao mesmo tempo um homem, um homem do mundo. A realidade que ele apreende é o tsunami da louca e universal expansão urbana, uma selva irrefreável do dinâmico crescimento versus a emergente e onipresente decadência. O artista tira inspiração de sua visão sem limites, de contrastes chocantes, em comoventes snap-shots feitos em um flash da paisagem urbana. Vestígios, fragmentos de leste e oeste, de norte e sul, derivados da cultura de brancos, negros, amarelos, deslizando em camadas, caóticas mas definidas, dentro do mundo de cada um.

Esse é um tema sempre recorrente em seus trabalhos. As visões das cidades criadas por George Heidweiller são universais e de certo modo anônimas. Ambientes intercambiáveis nas mais divergentes cidades, favelas, guetos; estacas de pedra e paliçadas, montes grotescos de metal velho, restos e arranha-céus, deserto, monumentos mastodônticos da desenfreada nova construção e da evidente decadência.

Este mundo é de domínio particular de George Heidweiller. Um mundo submerso em um magnetismo misterioso e envolvente com seus personagens num fluxo de animação e solidão maciça onde meretrizes, transeuntes, e até mesmo business men tentam encontrar seus caminhos de um lado para outro. Um mundo teatralmente marcado com o charme do grafite e das luzes de neon, roxo e laranja pálido com a penumbra da noite e a nebulosa celeste caindo nas ruas e nos postes e fios de eletricidade.

O anoitecer com gritantes anúncios de luz piscando ao longo das ruas entre a cidade e as autopistas. Suas imagens são reais bem como metafóricas, sem piedade. A feiúra do declínio com que a paisagem urbana é decorada, sempre e em toda parte, é tão bonita e fascinante quanto a energia com que a nova urbanização e expansão das cidades de todo o mundo destroem indiferentemente a paisagem.

George Heidweiller, constante e incansavelmente, olha o mundo através de uma lente que abre a cada centésimo de segundo, que nada perde e compõe suas paisagens urbanizadas como colagens. Muitas vezes ele trabalha em dez ou vinte pinturas ao mesmo tempo. Simultaneamente trabalhando em vários e diferentes temas quase o coloca em estado de transe. O movimento e a magia do momento o conduz num ritmo particular. Esta mistura radical torna seus quadros e colagens mais que imagens apenas; elas são música visual, martelam e soam, são blues e rock, beat e heavy metal. E em seu mais recente trabalho se observam o domínio de narrativas, logos, signos visuais, letras e imagens de palavras de todos os tipos de cultura.

Recentemente seu trabalho enfatiza um toque exótico da Ásia, certamente influenciado pela vizinhança de seu ateliê de pintura na Índia onde ele estará fazendo novo trabalho na primavera de 2012.

O trabalho de George Heidweiller é comentário, contemplação, mas não dá opinião, não faz julgamento. Ele aponta e nos dá – literal e metaforicamente – algo em que pensar. E há mais: suas visões de mundo, suas paisagens urbanas nos desafia a sonhar acordados, a romancear, a fantasiar, a filosofar. “The medium is the message”, “O meio é a mensagem”, McLuhan tornou isso um slogan nos anos 60. Desse modo, seu trabalho pode ser comparado ao de Andy Warhol, Robert Rauschenberg, Kurt Schwitters – ou ainda a outra esfinge da belas artes – Max Ernst. Alguém que vagueia através da rede urbana de George Heidweiller por uma hora vai ler tanto quanto “On the Roads, de Kerouac, ou “Cosmopolis”, de Don DeLillo.

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